31.5.04

Não há clandestinos

Olá, entrei no Carro de Apolo para conhecer o Amor e tu?
Aquele outro passageiro, falou-me da paternidade... mas... não deverá a paternidade ser sequência do Amor? E será justo colocar alguém neste mundo, que nem eu conheço e tenho tantas dúvidas sobre as razões da sua existência? Será absoluto egoísmo usar assim uma alma...
E tu? Que fazes por aqui?

1 Comments:

Blogger Sofia said...

Eu nao ando à procura de amor, nem procuro saber quais sao os mistérios da paternidade. um dia hei-de saber...
A vida é efémera, o amor também. Mas são os dois eternos. O amor acontece num momento... Há dias em q ele te rebenta o peito, outros em q te acalma. Outros em q fulmina de dor.
A paternidade (e sua parceira) são essenciais para que a vida e o amor continuem a ser eternos. E a vida é bem gostosa para não a proporcionarmos a quem mais vamos amar.

Eu não ando à procura de nada. Gosto do acto de viajar. De viver viajando, de viajar vivendo. No fim da viagem, os prognósticos ;).

11:10 da manhã  

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