31.5.04

Não há clandestinos

Olá, entrei no Carro de Apolo para conhecer o Amor e tu?
Aquele outro passageiro, falou-me da paternidade... mas... não deverá a paternidade ser sequência do Amor? E será justo colocar alguém neste mundo, que nem eu conheço e tenho tantas dúvidas sobre as razões da sua existência? Será absoluto egoísmo usar assim uma alma...
E tu? Que fazes por aqui?

Porto de Abrigo

Imagina uma paz sublime que te conforta quando sais de uma festa que expõe a tua alma a um sentimento de dúvida sem saber porque te escolheu.
Imagina um sorriso que te faz chorar!
Imagina uma lágrima sem preconceitos!
Imagina um abraço que te acolhe e que não te compromete!
Tão bom!



28.5.04

Já ouvis-te falar em Amor?

Penso que ainda não sei o que é o Amor... ou se é o que penso... deixei-o fugir!
São centenas os odes ao Amor, em prosa ou poesia, em cinema, na TV ou teatro, no jardim, na esplanada ou nas dunas, na lua, marte ou Vénus... mas, continuo a emocionar-me e a doer-me o peito sempre que sou confrontado com isto que penso que é o Amor... mas, e eu??? Onde fico nessa história toda?
Quero que o Carro de Apolo me leve a conhecer o Amor, não sei o tempo, época ou duração para esse Amor... já houve quem me dissesse... CALMA... um dia saberás o que é! Mas, não dá para esperar mais... não dá.

27.5.04

Tarde de Chuva

... para beber nas tardes de chuva, naquelas tardes que devia chover ou simplemente numa viagem no carro de Apolo faça chuva, faça sol!